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Centrais sindicais realizam reunião para debater impacto da nova Lei Trabalhista

A União Geral dos Trabalhadores (UGT), juntamente com representantes da CUT, CTB, Nova Central, CSB e Dieese se reuniram  na sede da Força Sindical, em São Paulo para avaliar os impactos da reforma trabalhista para o movimento sindical brasileiro e para os trabalhadores.

 

“É uma situação muito preocupante, pois o que fizeram com essa reforma trabalhista, a meu ver, é muito mais para promover uma devassa do ponto de vista da vida e da existência dos sindicatos do que propriamente a reforma trabalhista”, afirmou Francisco Pereira (Chiquinho), diretor de Organização e Políticas Sindicais da UGT.

 

Acompanhando a linha de pensamento de João Carlos Juruna, secretário Geral da Força Sindical, o dirigente ugetista defendeu que o movimento sindical precisa mudar seu posicionamento em relação às formas de negociação propostas na nova Lei Trabalhista. “Precisamos mudar o discurso, pois para realizar o negociado sobre o legislado, é preciso ter entidades vivas para isso, para poder fazer essas negociações”, disse Chiquinho.

 

Canindé Pegado, secretário Geral da UGT enfatizou que o movimento sindical, a partir de agora, precisa ser objetivo sobre o que realmente vai acontecer quando a reforma entrar em vigor para poder alertar a sociedade, com a produção de um material didático. “Precisamos alertar nossos companheiros de base.”

Os dirigentes sindicais definiram um calendário de ação que terá em 10 de novembro, um Dia Nacional de Paralisação, para expressar a insatisfação do movimento sindical em relação a nova Lei Trabalhista e para alertar a sociedade de que o governo tentará votar a reforma previdenciária, penalizando ainda mais a camada mais pobre da sociedade.

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